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Você pode mais do seu melhor. Salte!

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Me lembro criança em Cruzília, sul de Minas Gerais, em frente à minha casa havia um jardim (a pracinha) e no meio do jardim um lago artificial e no meio do lago três ilhotas formadas por pedras amontoadas. Uma dessas ilhotas era possível de ser alcançada com um salto perfeito a partir da beira do lago. Coisa de olimpíadas do interior mineiro. Nosso perigoso desafio infantil (crianças adoram inventar desafios) era pular da beira do lago para essa ilhota. Era um salto arriscado. As pedras da ilhota eram irregulares, molhadas, escorregadias, portanto, qualquer erro de velocidade, aterrissagem e de pontaria poderia causar sérios danos físicos e emocionais.

Eu adorava saltar na ilhota. Ia e voltava com saltos ousados e seguros. Fiz inúmeros saltos e nunca cai, nunca escorreguei, nunca temi. Claro que levei alguns sustos que só me ensinaram a saltar melhor. E vi meus amigos saltarem, corajosamente, tantos e tantos saltos, todos perfeitamente diferentes em suas intenções. Que eu me lembre (ou minta pra mim mesmo) nunca ninguém caiu. Lembro alguns sustos, mas jamais vi o medo nos rostos de meus amigos, só a face amiga da coragem. Esse desafio do salto era nosso divertimento, nosso aprender e superar. Ficávamos estimulando uns aos outros, incentivando os que temiam e comemorando com todos quando o desafio era alcançado. Vencedoras, ternas e fraternais lembranças.

Hoje recebi meu cartão de visita 2014 que mandei fazer há vinte dias. Você pode perguntar: – o que tem a ver com essa história? Tem tudo a ver. Meu cartão de visita traz a imagem de um corpo humano saltando de uma pedra para outra em direção ao sol. Quando escolhi essa imagem não tinha consciência do quanto ela tinha a ver com minha infância e com meus saltos à beira do lago em direção à ilhota. Só agora ao ver essa imagem no meu cartão me lembrei deste passado intrépido, divertido e vitorioso. E só agora compreendo o quanto minha criança interior ainda hoje auxilia meu “eu” adulto a encarar desafios, ilhotas desafiadoras de saltos de  aprendizado, sempre na intenção de superar meus medos e ampliar meus limites e possibilidades.

Paro agora para ouvir o que diz minha criança saltadora. Ela diz: que todos podemos melhorar, aceitar e tornar a vida mais significativa para nós e para outros. Ela diz que é preciso encarar a vida com esperança e coragem e entender que é a partir da intenção fortalecida para o salto, da ação e do movimento que vamos alcançar realizações e alegrias. Ela diz que a melhor intenção nos conduz do estado de desânimo para o estado motivado, do ambiente de apatia e medo para saltos pequenos e grandes das pequenas e grandes conquistas. Mas ela diz também que apenas intenção não basta, que atitude e ação são essenciais. Diz que é preciso compromisso com as boas intenções e para tomar cuidado com o que se promete para si e para os outros, porque de boas intenções o inferno do esquecimento e das frustrações está cheio.

O desafio está aí, o lago da vida está aí, a ilhota dos desafios estão aí, mas para ter sucesso é preciso comprometer-se, saltar, apreciar o salto e após, celebrar a conquista. E ter consciência de estar melhor para o próximo salto, pois é na ação do movimento que nos tornamos melhores. Intenção, compromisso, consciência e ação. Salte. Feliz 2014!

 

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Comentários

  1. Roberta Alves: Em 28 de maio de 2014 às 11:05

    Gostaria de mais informações referente ao investimento e quanto tempo de curso.

    No aguardo,
    Roberta Alves