Artes, negócios, diversão e comportamento.

Pra que você quer poder?

Uma entrevista rápida e super focada sobre o Poder do Cliente, com meu amigo Miguel Genovese, baita gaúcho sabe-tudo da área de comunicação empresarial.

Mauro – Amigo, responda rápido, por favor.

Miguel – Opa.

Mauro – O que é ser cliente?

Miguel – Ter o poder.

Mauro – E quem tem o poder, quer o que?

Miguel – Mais poder.

Mauro – Quer dizer que nós, como vendedores de serviços, precisamos vender poder ao cliente?

Miguel  Isso.

Mauro – E ele pagará por quanto mais poder puder conseguir?

Miguel – Dinheiro não é problema para quem quer o poder ou mais poder.

Mauro – Quem quer poder não quer dinheiro?

Miguel – Se alguém responder que quem quer poder quer dinheiro, está redondamente enganado. Dinheiro quem quer é quem está embaixo. Quem está em cima já tem dinheiro. Seu próximo anseio é continuar em cima. E para isso ele precisa de mais poder. Na política é assim e nos negócios também.

Mauro – Ser cliente é ter poder.

Miguel: É ser poder. É personalizar o poder. Os ditadores faziam isso.

Mauro - E como vendedores temos que fazê-lo acreditar que nosso serviço o deixará mais poderoso

Miguel: Claro. Vender sempre o benefício. O benefício que se personaliza em poder para o cliente. A TI não vende mais rapidez no processamento dos dados e sim mais rapidez nos negócios. Um cliente executivo de TI (tecnologia da informação) não quer saber dos dados técnicos de um equipamento e sim saber se a empresa dele vai ganhar produtividade com esse equipamento. Produtividade, rentabilidade, rapidez, isso é o que importa e não megahertz, bips por segundos, etc. A tecnologia é o acesso à produtividade, e a tecnologia avançada vai dar condições da empresa ganhar produtividade e assim mais poder no mercado, poder no mercado = participação no mercado.

Ponto final.

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