Artes, negócios, diversão e comportamento.

É proibido!

Trecho de poema “reflexivo comportamental” atribuído a Alfredo Cuervo Barrero, tradução de Mauro Henrique Toledo.

É proibido chorar sem aprender
Levantar-me para o dia sem saber o que fazer
Viver magoado por minhas lembranças
E sentir-me abandonado
 
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que quero
Abandonar tudo por medo de ousar
Não transformar meus sonhos em realidade
 
É proibido não demonstrar meu amor
Fazer outros pagarem pelo meu mal humor
Inventar fatos que nunca aconteceram
Lembrar dos que amo apenas quando estão longe
 
É proibido distanciar-me de meus amigos
Não valorizar o que tempo que vivemos juntos
Chamá-los somente quando deles necessito
Não compreender que somos diferentes
 
É proibido não ser eu mesmo perante outros
Fingir diante de pessoas que desconheço
Ser gracioso apenas para se lembrarem de mim
Esquecer das pessoas que me querem bem
 
É proibido não fazer as coisas por mim mesmo
Não crer em meu Deus criador e não encontrar meu destino
Ter medo da vida, com seus contratempos e reveses
Não viver cada dia como se fosse o último
 
É proibido não tentar compreender as pessoas
Achar que suas vidas valem mais ou menos que a minha
Não aceitar que cada um tem seu caminho
E que com sua ausência uma existência se finda
 
É proibido não criar minha história
Deixar de dar graças a minha família por minha vida
Não ter um momento para os que precisam de mim
Não compreender que o que vida dá, também tira
 
É proibido não buscar minha felicidade
Não viver a vida com uma atitude positiva
Não pensar que posso sempre melhorar
Não sentir que minha presença no mundo faz a diferença. 

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